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Operação policial nas Malvinas e Nova Holanda continua

Foto: João Marcos


O comando disse que as operações não tem tempo nem hora para acabar
Já dura cinco dias a operação montada por policiais do 32° Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Macaé nas comunidades das Malvinas e Nova Holanda, que tem como objetivo o combate ao tráfico de drogas. Desde a última quinta-feira (27), diversas trocas de tiros têm ocorrido entre os agentes da PM e os traficantes das regiões.
De acordo com o comandante da operação, o Capitão Pablo, do Serviço Reservado de Macaé, até a tarde de ontem, nenhuma morte havia sido confirmada.
- A respeito de mortes, não temos nenhum dado confirmado, houve troca de tiros e feridos, a princípio, que foram levados para o hospital, mas morte confirmada não temos nenhuma. Tivemos mais uma troca de tiros hoje (ontem), mas sem apreensão nem prisão. O importante é ser destacado que essas operações vão ser diuturnas, não tem tempo e nem hora para acabar, elas vão ser constantes. E a nossa finalidade é prender os donos de comunidade, os xerifes e apreender os materiais desses meliantes – disse.
Ontem, a Secretaria de Mobilidade Urbana chegou a informar que as linhas de ônibus que atendem o bairro Malvinas teriam sido suspensas temporariamente por motivo de segurança. Segundo o Capitão do 32º BPM, as operações estão sendo feitas diariamente, em horários inusitados, em todo o complexo das Malvinas e Nova Holanda, com a finalidade de “proporcionar o direito de ir e vir dos moradores das comunidades e fazer o serviço de apreensão e prisão desses meliantes”, além de drogas e armamento.
- A população espera que a Polícia Militar dê esse suporte em nível de segurança, até porque a comunidade acaba ficando refém desses meliantes, que se utilizam da própria população covardemente. Nosso efetivo comporta as operações, sempre comportou e, a princípio, nós não estamos precisando de nenhum reforço. Nosso próprio pessoal tem condições de fazer os trabalhos. E eu quero ser enfático e dizer que a prioridade do nosso comandante (Tenente Coronel Cid Rodrigues) é sufocar, tolerância zero para eles, sem meio termo – afirmou.

Jornalista: Beatriz Barcelos
Publicado em 01.02.2011 às 11h20

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